FAQ

Produtos e acessórios Compex

Sim. Cada estimulador é fornecido com um conjunto de elétrodos standard.

Dependendo do seu tipo de pele, entre 15 e 30 vezes. As 30 aplicações são possíveis em pele limpa, não oleosa e rasurada.

A duração da carga das baterias varia dependendo dos programas utilizados e das intensidades selecionadas. A duração média da carga das baterias é de entre 15 e 20 horas.

2 anos (mais 1 ano adicional se preencher o formulário de registo da garantia no sítio na Internet www.compex.info).

Cada estimulador Compex é fornecido com um Manual do Utilizador e um Manual de Aplicações Específicas que inclui informação sobre a colocação dos elétrodos.

Eletroestimulação

A eletroterapia é um método de tratamento médico testado e provado, utilizado para a reabilitação, a gestão da dor e o treino de desportistas.

O princípio por trás da eletroestimulação é muito simples, consistindo numa reprodução fiel do processo pelo qual as contrações musculares são controladas pelo cérebro. Assim, com a eletroestimulação, a atividade muscular é ativada por impulsos elétricos emitidos pelos nossos dispositivos para o nervo motor. O músculo não consegue distinguir entre uma contração ativada pelo cérebro e uma ativada pela eletroestimulação. Este fenómeno é denominado contração eletricamente induzida.

A eletroestimulação Compex foi pensada para desportistas masculinos e femininos:

Para os apoiar nos seus treinos e melhorar o seu desempenho, para acelerar a cura de determinadas lesões, para os preparar para a temporada, para acelerar a recuperação após um esforço intenso e para proporcionar alívio da dor.
Para os fisioterapeutas: Para reabilitação, alívio da dor, tratamento de patologias neurológicas específicas, problemas ortopédicos, reumatológicos, traumatológicos, urológicos e vasculares.
Para quem deseja tratar do seu corpo: Para se manter em forma, para massagens, para aliviar as pernas pesadas, e as dores lombares ou cervicais, como apoio para programas de reabilitação física, bem como para fortalecer os músculos abdominais e outras partes do corpo.

A eletroestimulação Compex utiliza correntes de muito alta qualidade e com altos níveis de conforto.

A eletroestimulação pode ser utilizada de forma intensa com total segurança:

Sem causar fadiga nervosa
Protegendo as articulações
A eletroestimulação não possui efeitos secundários. É um método de tratamento não invasivo, frequentemente uma alternativa eficaz aos medicamentos no tratamento da dor.

Resultados

Sim. O programa de eletroestimulação de Estâmina do Compex melhora a capacidade das fibras musculares de receber oxigénio (desenvolvendo a mitocôndria e aumentando as enzimas oxidantes), ampliando por conseguinte a intensidade do esforço médio que o utilizador pode manter durante um longo período.

Não. Apesar de as fibras musculares estimuladas durante uma sessão de treino com o Compex gastarem energia, esta é muito inferior à energia total consumida durante um treino voluntário. O treino com o Compex não queima suficientes calorias para produzir uma perda de peso.

Sim. Um bom exemplo é um estudo realizado em jogadores profissionais de basquetebol, que comparou um grupo de jogadores que treinavam com Compex como complemento do seu treino habitual, com outro que treinava unicamente da forma tradicional. O grupo que treinava com o Compex demonstrou uma melhoria da força explosiva que excedia claramente a do grupo de controlo (+30%).

Um estudo realizado em praticantes de esqui nórdico demonstrou uma melhoria da estâmina e da força após o treino com o Compex (Leipzig, 1999).

Sim. O trabalho realizado durante as sessões com o Compex (dependendo do programa selecionado) induz adaptações nas fibras musculares, uma das quais é o aumento do volume muscular.

Sim. Alguns programas Compex aumentam o tónus muscular e permitem a sua reafirmação. Adicionalmente, o programa de Capilarização fomenta as trocas subcutâneas e melhora a sua qualidade, o que potencia esse efeito reafirmante.

Este programa não produz contrações, produz fasciculação. A frequência do impulso baixa gradualmente durante a sessão, resultando em três tipos de efeitos: um aumento do fluxo sanguíneo (eliminação mais rápida das toxinas), um efeito analgésico endorfínico e um efeito relaxante. O resultado final é um aumento da velocidade da restauração do equilíbrio muscular

Treinamento

As sessões do Compex podem ser realizadas fora ou durante o treino voluntário. Se quiser realizar ambos os treinos ao mesmo tempo, recomendamos que comece com o treino voluntário. Nalguns casos, especialmente para o trabalho de resistência, pode ser vantajoso começar com uma sessão de Compex para gerar um estado de “pré-fadiga” nas fibras musculares.

Não. De facto, o Compex permite eliminar quaisquer desequilíbrios existentes treinando grupos musculares específicos que são mais fracos. O Compex ajuda a melhorar a cadeia muscular responsável por um movimento, reforçando o elo mais fraco!

O Compex permite-lhe aumentar as suas horas de treino, melhorar a sua qualidade e acelerar a sua recuperação. Independentemente do tipo de desporto praticado, o nível de estimulação muscular dos programas Compex melhora sempre o desempenho. Permite treinar mais, melhor e menos tempo. Poupar tempo e aumentar a eficácia e o desempenho.

Obviamente, o Compex não é um brinquedo e não pode ser utilizado por crianças sem a supervisão de um adulto. No entanto, como o Compex evita o esforço excessivo dos músculos e tendões, ao contrário do treino de pesos clássico, pode ser utilizado com bons resultados em jovens para aumentar a força muscular sem causar quaisquer lesões.

A estimulação com o Compex é um complemento do treino voluntário, para melhorar os seus resultados gerais. É obviamente essencial continuar a praticar movimentos, técnica, desenvolvimento cardiovascular, etc.

Com o Compex, as contrações musculares desenvolvem-se sempre gradualmente, sem esforços súbitos sobre os tendões ou as articulações. Isto significa que não é possível causar traumas musculares ou tendinosos. No entanto, como o trabalho muscular é intenso, é frequente sentir alguma dor no princípio do treino, como quando se começa o treino muscular com pesos.

Sim. Quando se estimula um músculo com um programa Compex, não há limites para o trabalho muscular como resultado da fadiga física ou cardiovascular. É portanto possível escolher configurações precisas de estimulação para trabalhar áreas musculares específicas de forma mais precisa e mais eficaz do que com o treino voluntário clássico. O importante é aumentar os níveis de intensidade para garantir a estimulação do máximo número possível de fibras musculares.

Utilizar produtos Compex

Não. A eletroestimulação muscular e a eletroterapia em geral existem há várias décadas e nunca foi demonstrado que gerassem qualquer tipo de problemas.

Não. Cada utilizador tem um nível próprio de sensibilidade que depende especialmente da sua constituição (gordura, tecido conjuntivo, etc.).

Não. É impossível que o Compex cause lesões porque a intensidade é aumentada progressivamente durante o período de contração, para eliminar os riscos de rotura muscular.

As fotografias do posicionamento dos elétrodos apresentam a localização exata. Para localizar o seu ponto motor pessoal de forma mais precisa, pode mover ligeiramente o elétrodo positivo (vermelho) e observar onde é que a resposta muscular é melhor, ou usar o acessório caneta, que lhe permite determinar com uma maior precisão a localização exata dos pontos motores de cada músculo individual, garantindo assim a máxima eficácia dos programas de estimulação.

O conetor positivo (vermelho) tem de ser colocado no elétrodo que se encontra no ponto motor do músculo. O conetor negativo (transparente/preto) é colocado no elétrodo que se encontra ao longo do trajeto do músculo.

Sim. O Compex não pode ser utilizado por pessoas com problemas de epilepsia ou portadoras de pacemakers. Além disso, nunca se pode aplicar estimulação na zona do estômago a mulheres gestantes, ou a quaisquer pessoas que sofram de hérnias ou eventração. E por último, os elétrodos não podem nunca ser colocados na cabeça.

Não. Não há qualquer perigo causado por um incorreto posicionamento dos elétrodos. A estimulação será simplesmente menos eficaz.

Há determinadas zonas em que a pele possui um maior número de terminações nervosas, o que produz uma maior sensibilidade. Uma má ligação entre a pele e os elétrodos reduz o nível de conforto. Por este motivo, é necessário utilizar elétrodos em boas condições, aplicá-los de forma correta na pele e, se for necessário, transferi-los para uma área menos sensível.

Os pontos de posicionamento dos elétrodos para os diversos grupos musculares são indicados nos Manuais do Compex.

O músculo também é estimulado durante as fases de descanso, causando fasciculação (essas pequenas contrações). Esta fasciculação ajuda a melhorar a recuperação entre contrações e tem de ser claramente visível.

O posicionamento preciso dos elétrodos não é essencial para os programas complementares, que não induzem potentes contrações musculares (Recuperação Ativa, Capilarização). É mais importante para os programas de treino (Força, Resistência, Estâmina), mas as indicações de posicionamento dos elétrodos são adaptadas e geralmente suficientes. As diferenças individuais em relação às indicações das fotografias desaparecem quando se aumenta a intensidade da estimulação.

Durante as fases de descanso, a intensidade da fasciculação é automaticamente definida em 50% da aplicada para as contrações. O objetivo da fasciculação entre as contrações consiste em aumentar o fluxo sanguíneo para melhorar a velocidade de recuperação.

Os programas de Recuperação Ativa e de Capilarização não requerem a utilização de intensidades máximas. No entanto, é essencial que as intensidades sejam suficientemente altas para produzir uma boa e visível fasciculação muscular.

O máximo que o utilizador suportar, para ativar o maior número possível de fibras musculares. A forma mais efetiva de decidir o nível a atingir é seguir o próprio critério do utilizador. As contrações têm de ser poderosas, sem nunca se tornarem insuportáveis.

Miscellaneous

A ELETROESTIMULAÇÃO É NATURAL?

A eletroestimulação muscular não é uma técnica de doping. É uma técnica perfeitamente segura e singularmente complementar do treino voluntário, capaz de induzir estabilidade muscular (ou facilitar a recuperação) resultante de uma atividade muscular de alta intensidade, o que é muito diferente de uma técnica puramente passiva que não requeira a intensa implicação ou motivação do atleta.

Nenhum organismo ou federação desportiva, incluindo o Comité Olímpico Internacional, assimila a utilização da eletroestimulação muscular a uma prática de doping, ou proíbe a utilização desta técnica.

Há muitos motivos para esta postura:

AUSÊNCIA DE EFEITOS NOCIVOS PARA A SAÚDE.
Nunca foi demonstrado qualquer efeito negativo para a saúde a curto, médio ou longo prazo. Nem sequer em indivíduos que utilizam esta técnica diariamente durante vários anos, como é por vezes necessário nalguns problemas médicos.

O EFEITO É NATURAL.
A eletricidade não possui qualquer propriedade que permita nem o mais ligeiro desenvolvimento artificial do sistema neuromuscular. O efeito é completamente natural.

AS CONTRAÇÕES MUSCULARES SÃO COMPARÁVEIS ÀS DO TREINO VOLUNTÁRIO.
Os ganhos musculares gerados por eletroestimulação são apenas a consequência do trabalho (ou seja, das contrações) realizado pelo músculo, em resposta à estimulação do seu nervo motor. Para ser eficaz, as contrações musculares eletricamente induzidas têm necessariamente de ser potentes. Gilles Cometti, do Centro de Conhecimento da Performance da Universidade de Dijon, considerou que em atletas treinados era necessária uma intensidade mínima de 60% da máxima para aumentar a força, o que requer um determinado sacrifício pessoal, comparável ao exigido em numerosas sessões de treino voluntário.

SABEDORIA MUSCULAR: UM MÚSCULO EXCESSIVAMENTE ATIVADO PELA ELETROESTIMULAÇÃO FICA EXAUSTO E ACABA POR DEIXAR DE SE CONTRAIR PERANTE O ESTÍMULO.
Existe um fenómeno de saturação que os anglo-saxões denominam “sabedoria muscular”, cujo efeito é que um músculo excessivamente ativo (durante muito tempo ou com muita frequência) pela eletroestimulação fica exausto e deixa de se contrair como resposta ao estímulo. Este fenómeno exclui, portanto, a utilização durante longos períodos, que são totalmente ineficazes.

UMA TÉCNICA COMPLEMENTAR E NÃO SUBSTITUTIVA DO TREINO VOLUNTÁRIO
A eletroestimulação é uma técnica complementar e não substitutiva do treino voluntário. De facto, o desempenho desportivo é a soma de numerosas qualidades: cardiovascular, técnica… e muscular, o único componente em que a eletroestimulação é eficaz. A história do atleta que melhorou o seu desempenho depois de substituir as sessões de treino voluntário por sessões de eletroestimulação não é mais do que um mito.

OS PROGRAMAS DE RECUPERAÇÃO DIFICILMENTE MELHORARÃO O DESEMPENHO MUSCULAR.
Outra indicação da eletroestimulação neuromuscular é a sua utilização para fomentar a recuperação após uma sessão de exercício. Este efeito é obtido utilizando programas específicos de recuperação ativa, que não exigem o mesmo sacrifício pessoal que os programas de musculação. Os efeitos são vasculares (aumento do fluxo sanguíneo), de alívio da dor (liberação de endorfinas) e de descontratura, e são obtidos utilizando uma atividade muscular reduzida, que dificilmente melhorará o desempenho muscular, por mais que as sessões sejam repetidas.

A ELETROESTIMULAÇÃO MUSCULAR É DOLOROSA?

O mais habitual durante a estimulação é que sinta uma simples sensação de formigueiro causada pela corrente, que é inevitável. No entanto, a alta qualidade das correntes do Compex garante-lhe a obtenção da corrente de estimulação mais confortável possível.

Consideremos dois tipos de programas de eletroestimulação muscular que não produzem as mesmas sensações:

Alívio da dor e bem-estar: a sensação elétrica é leve, praticamente impercetível para algumas pessoas. Não passa de formigueiro ou cócegas, de modo que pode ser considerada totalmente confortável.
Musculação: para os programas de musculação, a sensação causada pela eletroestimulação pode ser mais pronunciada, embora, na maior parte dos casos, seja a potência das contrações o que limita o avanço, muito mais do que a sensação causada pela corrente. Todos os utilizadores se habituam rapidamente às sensações produzidas pelo aparelho, o que torna o avanço bastante fácil.

Porque é que se recomenda utilizar a máxima intensidade tolerável nos programas de reforço muscular?

Quando se procura desenvolver qualidades musculares, a intensidade da estimulação é crucial. Quanto mais alta for esta intensidade, maior será a percentagem de fibras musculares implicadas. Por este motivo, é altamente recomendável trabalhar sempre com a máxima intensidade que o utilizador for capaz de tolerar.

Para progredir, é necessário aumentar as intensidades utilizadas ao longo de cada sessão, e de uma sessão para a outra. É por este motivo que uma sessão de eletroestimulação muscular é um treino sério, nem sempre é agradável e não é possível realizar outra atividade ao mesmo tempo.

A ELETROESTIMULAÇÃO MUSCULAR É PERIGOSA?

A técnica da eletroestimulação foi inicialmente desenvolvida e ensaiada no mundo médico, como demonstram diversas publicações científicas existentes sobre as suas diversas indicações. No entanto, durante vários anos, as correntes utilizadas não tinham as mesmas características que as aplicadas pela tecnologia atual, o que, por um lado, evitou a sua utilização devido a numerosas contraindicações e, por outro, limitou os seus resultados devido à dificuldade em por vezes atingir um limiar mínimo de eficácia. Hoje em dia, as contraindicações são raras (limitando-se a pessoas com desfibriladores ou pacemakers implantados, epilepsia, abdómen de gestantes) e a eficácia melhorou consideravelmente com o efeito combinado de um significativo progresso tecnológico e de enormes avanços no campo da fisiologia.

A qualidade dos microimpulsos gerados pelos estimuladores Compex permite evitar a acumulação de eletricidade nos tecidos e o resultante risco de queimaduras. Por este motivo, mesmo as aplicações a longo prazo ou contínuas, como no caso de alguns programas de alívio da dor, estão livres de riscos de queimaduras.

Também não foi documentado qualquer efeito indesejável em indivíduos que utilizam a eletroestimulação de forma diária durante vários anos, como acontece com algumas indicações médicas.

Todos os estimuladores da linha Compex, incluindo os concebidos para serem utilizados por indivíduos em ambientes domésticos, cumprem todas as normas europeias e internacionais aplicáveis aos dispositivos médicos, e garantem uma utilização totalmente segura.

Os progressos mais espetaculares foram registados para as indicações da eletroestimulação relacionadas com o desenvolvimento das qualidades musculares, e são semelhantes à musculação. De facto, dada a potência das contrações musculares induzidas pela eletroestimulação, é legítimo analisar o potencial risco nas articulações ou nos tendões além de no próprio músculo.

E PARA AS MINHAS ARTICULAÇÕES?

A utilização básica da eletroestimulação consiste em trabalhar um músculo cujo comprimento não varia quando se contrai (contração isométrica). Isto impõe um exercício estático, sem movimento, numa posição intermédia em que as pressões nas articulações são reduzidas ao seu valor mínimo. Um exercício que utilize a eletroestimulação é portanto especialmente económico para as articulações, especialmente se o compararmos com alguns exercícios voluntários que requerem grandes movimentos e que são frequentemente realizados a alta velocidade, o que é muito perigoso para as articulações.

E PARA OS MEUS TENDÕES?

O tendão é uma estrutura fibrosa elástica que acompanha as fibras musculares, permitindo a fixação de determinados músculos à estrutura óssea.

Tal como o tecido muscular, o tendão desenvolve-se em resposta às exigências que lhe são apresentadas. Como se estende ao lado do músculo, a contração muscular induz um estado de tensão que abrange o tendão. Acontece a mesma coisa quando a contração é iniciada por eletroestimulação. É uma ilusão que a eletroestimulação só permita o desenvolvimento do tecido muscular em que o tecido tendinoso se apoia, causando um desequilíbrio que poderia ser prejudicial para o tendão.

ELETROESTIMULAÇÃO E MÚSCULO

Corretamente utilizada, a eletroestimulação causa contrações que são ainda mais espetaculares quando estão localizadas num único músculo ou grupo de músculos. Os indivíduos mais motivados familiarizados com a tecnologia desenvolvem até 100% da sua força máxima simplesmente através da eletroestimulação e sem qualquer participação voluntária.

No entanto, nunca aconteceu qualquer lesão muscular, como roturas, durante uma sessão de eletroestimulação, mesmo em indivíduos que aplicam as máximas intensidades. O motivo das roturas musculares está obviamente relacionado com grandes exigências, mas principalmente com as contrações abruptas, como quando se pratica determinados desportos. Com a eletroestimulação, o músculo contrai-se de forma progressiva, ao longo de um período que pelo menos triplica aquele em que o risco de rotura muscular está presente.

 

A ELETROESTIMULAÇÃO NEUROMUSCULAR DE ALTA FREQUÊNCIA É UMA FERRAMENTA ADEQUADA PARA MELHORAR O DESEMPENHO MUSCULAR EM PESSOAS SAUDÁVEIS E EM ATLETAS?
Gondin et al., European Journal of Applied Physiology, outubro 2011, Vol. 111(10), pág. 2473-87.

Neste estudo francês, os autores analisaram a literatura com o propósito de proporcionar uma vista geral das vantagens e limitações da eletroestimulação muscular em indivíduos saudáveis e em atletas recreativos e competitivos.

O treino com eletroestimulação muscular resulta num aumento significativo da força muscular. Combinado com exercícios voluntários dinâmicos, a eletroestimulação muscular também pode melhorar as capacidades e os resultados especificamente desportivos, como nos saltos e na corrida.

A eletroestimulação muscular é uma ferramenta de treino interessante para os atletas porque, durante a estimulação, as fibras musculares de fasciculação rápida podem ser ativadas mais facilmente a níveis inferiores de potência, ao passo que durante o exercício voluntário estas fibras são geralmente recrutadas por níveis de potência mais altos.

A eletroestimulação muscular aparece como método de escolha quando o tempo disponível para o programa de aumento da força é limitado e também porque proporciona diversidade e variabilidade no programa de treino, o que poderia melhorar a motivação do atleta.

Os autores concluíram que existem provas convincentes de que a eletroestimulação muscular é um complemento relevante e eficaz aos protocolos de treino de resistência voluntário para a melhoria da força muscular. Também é um complemento legal para os atletas, ao contrário de qualquer procedimento considerado doping.

Quando escolhe a Compex, a marca líder em eletroterapia, o utilizador tem a garantia de que obtém as seguintes vantagens:
• A eficácia dos nossos dispositivos. Os nossos produtos são desenvolvidos com o máximo cuidado e utilizam todas as últimas inovações tecnológicas. Como é óbvio, também terá a garantia de que os nossos são elaborados de acordo com todos os standards de segurança atualmente aplicáveis.
• A nossa honestidade e integridade. Uma das responsabilidades de um líder consiste em garantir que as suas promessas são cumpridas. Antes de apresentarmos as vantagens de utilizar os nossos dispositivos, as suas aplicações são extensamente testadas, provadas por profissionais da saúde e objeto de estudos científicos.
• Apoio e aconselhamento personalizado. Para o ajudar a obter o máximo dos nossos dispositivos, a Compex presta especial atenção à redação de manuais de instruções extremamente detalhados. A Compex presta a máxima atenção aos seus telefonemas ou mensagens de correio eletrónico para responder às suas perguntas. A Compex também estabeleceu sítios na Internet de alta qualidade para ajudar os utilizadores dos seus dispositivos a familiarizar-se com eles e a começar a utilizá-los.

COMO É QUE A ELETROESTIMULAÇÃO MUSCULAR FUNCIONA? PARA O QUE PODE SER UTILIZADA?

A eletroestimulação funciona e é um método reconhecido pela comunidade médica, sendo atualmente uma parte integrante dos protocolos de fisioterapia e de gestão da dor. Há vários anos que é uma técnica utilizada por fisioterapeutas.

A eletroestimulação não é uma técnica milagrosa, respeita a forma como o corpo humano funciona. O princípio da eletroestimulação é muito simples, reproduzindo precisamente os processos realizados quando o cérebro ordena aos músculos que se contraiam. Quando uma pessoa decide contrair um músculo, o seu cérebro envia um sinal na forma de corrente elétrica, que se desloca a alta velocidade ao longo das fibras nervosas até ao músculo em questão, que reage contraindo-se.

No caso da eletroestimulação, a excitação é produzida diretamente no nervo motor utilizando impulsos elétricos perfeitamente controlados para garantir eficácia, segurança e conforto na utilização. De facto, os músculos não são capazes de distinguir entre uma contração voluntária (provocada pelo cérebro) e uma contração eletricamente induzida: executam as ordens exatamente da mesma forma. É natural!

 

Neric et al., Journal of Strength and Conditioning Research, dezembro 2009, Volume 23(9) pág. 2560-2567.

A natação competitiva requer múltiplos episódios de exercício de alta intensidade, que produzem elevados níveis de lactato sanguíneo. Está demonstrado que a recuperação por exercício ativo pode reduzir os níveis de lactato mais rapidamente do que a recuperação por descanso passivo, mas nem sempre é uma opção prática.

Este estudo californiano procurou avaliar o efeito da recuperação ativa com estimulação elétrica em comparação com a recuperação por natação a níveis submáximos e a recuperação por descanso passivo. Os níveis de lactato sanguíneo foram medidos antes e imediatamente depois de um sprint de natação de 200 jardas, bem como passados 10 minutos (“metade da recuperação”) e 20 minutos (“pós-recuperação”). Em ambas as avaliações, os níveis de lactato sanguíneo foram mais baixos com o método de recuperação de natação a níveis submáximos. No entanto, a recuperação por estimulação muscular elétrica também produziu uma maior redução dos níveis de lactato do que a recuperação por descanso. Os autores concluíram portanto que a estimulação elétrica é um tratamento de recuperação alternativo para a redução dos níveis de lactato sanguíneo.

Pode haver situações em que o atleta não tenha acesso a uma piscina, ou em que se encontre física ou psicologicamente exausto e não tenha motivação para continuar a nadar, ou em que simplesmente procure um tratamento de recuperação alternativo. Nestas situações, a estimulação elétrica para produzir contrações musculares enquanto o resto do corpo descansa pode ajudar a reduzir os níveis de lactato muscular e sanguíneo antes do seguinte desempenho.

COMPEX MI (MUSCLE INTELLIGENCE) EXCLUSIVE TECHNOLOGY
In the Products section you will find some stimulators preceded by the symbol mi-muscle intelligence.  This unique technology takes account of the specificities of each of your muscles and thus offers stimulation adapted to their characteristics.

It’s simple, since the data is transmitted to the stimulator automatically!
It’s personalised, as each of our muscles is unique!
Your training will be automatically personalised and so perfectly adapted to your physiology.

MI-SENSOR
Thanks to the mi-SENSOR miniature sensor a new world of precision and effectiveness is opened up in your workout sessions!
mi-SENSOR is a small sensor that connects the stimulator to the electrodes. It is the key to measuring some physiological characteristics of the muscle.
 

MI-SCAN
Just before starting a work session using the MI-SCAN function, the MI-SENSOR senses the selected muscle group and automatically adjusts the stimulator settings to the excitability of this area of the body, depending on your own physiology. It is a truly personalised measurement. MI-SCAN adapts the electrostimulation session to the physiology of each user.
 
MI-ACTION
With the MI-ACTION function, the MI-SENSOR optimises the effectiveness of your session by letting you combine voluntary contractions and electrostimulated contractions at your own pace. You are truly in control of your training. MI-ACTION is a work mode in which a voluntary muscular contraction is automatically accompanied by a contraction caused by electrostimulation.
The contraction caused by electrostimulation is therefore perfectly controlled, the workout session thus becomes more comfortable, increased and more complete.
 
MI-TENS
With the mi-TENS function, the MI-SENSOR makes it easy to adjust the stimulation intensities to be used for pain management programmes. The adjustment takes place instantly and automatically, simplifying the procedure for the user and guaranteeing optimal results.
The MI-TENS function aims to identify and use the optimal stimulation intensity throughout the TENS programme (analgesic).
On the basis of the measurements taken regularly during the session, the device permanently and automatically readjusts the stimulation intensity to avoid any onset of muscular contraction, which is strongly counter-indicated for programmes of this type.
 

MI-RANGE
With the MI-RANGE function, the MI-SENSOR indicates the optimum stimulation intensity adjustment range (minimum and maximum) for lower frequency programmes such as Recovery or Massage.
Using MI-RANGE, you no longer need to ask yourself whether the intensity you are using is too high or too low: this function tells you, thus optimising the efficiency of your treatment or training.

COMPEX: A AJUDA IDEAL NA PREPARAÇÃO FÍSICA GERAL DE ATLETAS

Entre os atletas que utilizam o Compex, são principalmente os de mais alto nível os que incorporaram a eletroestimulação na sua preparação física e na sua recuperação. Por este motivo, as equipas nacionais e profissionais utilizam regularmente a eletroestimulação Compex. E depois estão os desportistas decididos a melhorar o seu desempenho (independentemente do nível em que se encontram), que descobriram a eficaz ajuda que a eletroestimulação lhes pode proporcionar para atingirem os seus objetivos em termos de desenvolvimento.
As pessoas que realizam atividade física como lazer ou desporto de forma ocasional também utilizam a eletroestimulação para complementar a sua atividade voluntária, ou para avançarem de forma mais confortável e obterem mais prazer das suas atividades. Um bom exemplo é o esquiador de temporada, que prepara o seu sistema muscular umas semanas antes da visita à estação de esqui utilizando programas de eletroestimulação adequados, evitando assim uns primeiros dias mais dolorosos e reduzindo o risco de lesões.
A maior parte dos utilizadores utiliza a eletroestimulação para melhorar o seu conforto e bem-estar quotidiano, por exemplo para relaxar os músculos após um dia cansativo, para eliminar a sensação de pernas cansadas ou para tonificar o corpo.
Existem diversas indicações médicas para a eletroestimulação (eletroterapia), mas é principalmente no campo da reabilitação que esta é mais utilizada. Os departamentos de reabilitação de grandes hospitais públicos e privados, os centros de reabilitação generalista ou especializados (neurológicos, cardiológicos, pneumológicos, de medicina do desporto, etc.) são grandes utilizadores dos dispositivos Compex da linha profissional. A maior parte dos consultórios de fisioterapia também dispõe de estimuladores profissionais.

Os casos em que a eletroestimulação muscular está contraindicada são bastante raros:

  • Pessoas que possuam dispositivos eletrónicos, como pacemakers e desfibriladores intracardíacos.
  • Pessoas que sofram de epilepsia.
  • A estimulação da área abdominal de mulheres gestantes.
  • A colocação dos elétrodos nas partes frontais e laterais do pescoço.
  • A estimulação da área torácica de pessoas com arritmia cardíaca.
  • A estimulação da parte inferior das pernas em caso de trombose venosa ou de obstrução arterial grave (isquemia).
  • A estimulação da área abdominal em caso de hérnia abdominal ou inguinal.
  • Se tiver quaisquer problemas de saúde específicos, recomenda-se sempre que consulte um profissional da saúde antes de iniciar a eletroestimulação muscular.

 

EFEITOS DA COMBINAÇÃO DE ELETROMIOSTIMULAÇÃO E DO TREINO DE GINÁSTICA EM RAPARIGAS PRÉ-PÚBERES
Deley et al., Journal of Strength and Conditioning Research, fevereiro 2011, Volume 25(2), pág. 520-526.

O treino de força é um importante aspeto do treino dos ginastas pelos altos esforços explosivos requeridos pela sua disciplina.

Neste estudo francês, o dispositivo Compex Sport foi utilizado para investigar os efeitos de um programa de treino combinado de eletroestimulação muscular (EMS) e de ginástica na força muscular e no desempenho em salto vertical de ginastas femininas pré-púberes.

16 jovens do sexo feminino foram divididas aleatoriamente em dois grupos: um grupo recebeu treino por eletroestimulação muscular nos extensores dos joelhos além do treino habitual de ginástica, e o outro (o grupo de controlo) recebeu apenas o treino de ginástica. Após as primeiras três semanas de treino por eletroestimulação muscular foi constatado um aumento significativo da força muscular dos extensores do joelho bem como no desempenho nos saltos, ao passo que o grupo de controlo não demonstrou quaisquer alterações nos referidos parâmetros. As melhorias nos saltos mantiveram-se até um mês após a finalização do programa de treino por eletroestimulação muscular.

Os autores sugeriram a integração de treinos de força com eletroestimulação muscular a curto prazo no treino das jovens ginastas, para melhorar a sua força e capacidade de salto.

 

EFEITOS DE TRÊS MÉTODOS DIFERENTES DE RECUPERAÇÃO ENTRE JOGADAS NO DESEMPENHO DOS LANÇAMENTOS EM BASEBOL
Warren et al., Journal of Strength and Conditioning Research, março 2011, Volume 25(3), pág. 683-688.

No basebol (como noutros desportos), para obter um desempenho consistente ao mais alto nível durante a competição, a recuperação dos músculos durante os períodos de repouso entre jogadas de alto desempenho é muito importante.

Neste estudo californiano, os autores compararam a eficácia de três formas de recuperação para determinar qual era a mais eficaz após uma jogada de lançamento em basebol:

1. Recuperação passiva: nula atividade durante 6 minutos.
2. Recuperação ativa por jogging: 6 minutos de jogging.
3. Recuperação ativa por eletroestimulação muscular (EMS): 6 minutos do programa de “Recuperação Ativa” do Compex Sport nos músculos do braço e do ombro.

A recuperação ativa por eletroestimulação muscular com o Compex Sport produziu a maior redução nos níveis de lactato sanguíneo em comparação com os outros métodos de recuperação, que não tiveram efeitos significativos sobre o lactato sanguíneo. A redução do lactato sanguíneo permite a recuperação do músculo, que deveria permitir uma melhor performance nos subsequentes lançamentos.

De facto, constatou-se que a velocidade de lançamento após a recuperação por eletroestimulação muscular foi mais alta em comparação com a velocidade produzida após a recuperação por jogging.

A avaliação psicológica revelou que a recuperação percebida, subjetiva, também era melhor após a utilização do Compex em comparação com a sessão de recuperação por jogging, o que também pode potencialmente contribuir para um aumento do desempenho nos posteriores lançamentos.

Os autores recomendaram a eletroestimulação muscular como o método de recuperação de primeira escolha para lançadores de basebol, dada a sua capacidade de melhor reduzir os níveis de lactato sanguíneo e a superior avaliação subjetiva indicada pelos jogadores. 

 

Billot et al., Journal of Strength and Conditioning Research, maio 2010, Vol. 24(5), pág. 1407-1413.

Este estudo francês utilizou um dispositivo Compex Energy para investigar o efeito de um programa de treino por eletroestimulação muscular (EMS) de cinco semanas na força muscular (quadríceps), na velocidade dos pontapés e no desempenho em saltos verticais de jogadores de futebol.

20 jogadores masculinos de futebol foram aleatoriamente divididos em dois grupos de treino:

- Um grupo (o grupo EMS) recebeu eletroestimulação nos quadríceps durante 5 semanas (3 sessões de 12 minutos por semana), além do treino de futebol.
- Outro grupo (o grupo de controlo) só teve o treino de futebol.

O dispositivo Compex foi utilizado no programa de “Força” com o nível 5 selecionado.

Os jogadores foram avaliados após 3 e 5 semanas de treino, e em ambas as avaliações demonstraram melhorias significativas nos parâmetros de força dos quadríceps bem como na velocidade da bola, melhorias que não foram detetadas no grupo de controlo.

Os autores recomendaram a utilização da eletroestimulação muscular para complementar o treino tradicional no futebol, dado considerarem demonstrado que é um meio viável para melhorar a força e determinadas funções específicas relacionadas com o futebol. Também permite introduzir variabilidade no programa de treino, o que poderia melhorar a motivação de alguns jogadores. Além disso, os autores também recomendaram a sua utilização em atletas lesionados para atenuar ou aliviar os efeitos do destreino ou descondicionamento.

EFICÁCIA: recuperação muscular melhorada

 

EFEITOS DO TREINO POR ELETROMIOESTIMULAÇÃO NO CONTROLO NEURAL E NA ARQUITETURA MUSCULAR
Gondin et al., Medicine & Science in Sports & Exercise, 2005, Volume 37(8), pág. 1291-1299.

Dada a ampla utilização da eletroestimulação muscular no treino de força, os autores deste estudo francês quiseram investigar as adaptações que ocorrem nos músculos e nervos sujeitos à eletroestimulação muscular.

Dividiram um conjunto de 20 indivíduos num grupo que receberia eletroestimulação muscular e num grupo de controlo. O primeiro grupo recebeu um programa de treino por eletroestimulação muscular de oito semanas nos músculos quadríceps com um dispositivo Compex Sport.

A força muscular máxima foi aumentada em 27% após oito semanas de treino por eletroestimulação muscular, enquanto no grupo de controlo não foram detetadas quaisquer melhorias da força.

A nível neural, os autores descobriram que o treino por eletroestimulação muscular melhorou a atividade geral dos músculos estimulados: os nervos motores eram capazes de ativar mais fibras musculares com a eletroestimulação. A nível muscular, o treino por eletroestimulação produziu um aumento da massa muscular dos quadríceps (medida pela secção transversal do músculo) e alterações orientadas para uma arquitetura muscular mais eficiente. As adaptações neurais ocorreram principalmente durante as primeiras quatro semanas de treino, enquanto as adaptações musculares se tornaram mais significativas entre a quarta e a oitava semana do treino.

Os autores concluíram que o aumento da força com a eletroestimulação muscular estava associado a adaptações neurais e musculares.

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Durante muitos anos, a eletroestimulação era utilizada única e exclusivamente por profissionais da saúde, como fisioterapeutas. Ao longo do tempo, os atletas que foram aproveitando as vantagens da eletroestimulação para a recuperação das suas lesões acabaram por começar a aplicar esta técnica para melhorar o seu desempenho muscular. A eletroestimulação acabou por se tornar numa técnica acessível para todos.

Atletas

Para otimizar as suas qualidades musculares: o que funciona em músculos desgastados ou enfraquecidos também funciona em músculos saudáveis. Com a eletroestimulação, os músculos selecionados podem receber um exercício muito intenso. Este exercício pode ser personalizado para desenvolver qualidades específicas, dependendo do programa selecionado: Estâmina, Força ou Resistência, por exemplo.
- Para acelerar a recuperação após uma sessão de exercício intenso, e para limitar as dores e incómodos associados.
- Para evitar lesões, nomeadamente entorses de tornozelo, reforçando determinados músculos (neste caso os peroniais).
- Para aliviar a dor, nomeadamente problemas de tendões ou de contraturas musculares.

Pessoas que desejam estar em forma

Os estilos de vida sedentários produzem efeitos nocivos no sistema muscular. Os músculos perdem potência, cansam-se com mais facilidade e deixam de poder desempenhar corretamente o seu papel de apoiar o esqueleto e os diversos órgãos. Além das consequências negativas na forma física, esta insuficiência muscular pode causar dores, nomeadamente lombalgias, cuja frequência aumenta consideravelmente nas pessoas sem músculos abdominais eficientes.
A eletroestimulação pode restaurar ou manter um sistema muscular tonificado, capaz de garantir uma manutenção eficaz do corpo e de prevenir diversas dores.
Os fisioterapeutas falam de eletroterapia e utilizam-na especialmente para a reabilitação.
Por exemplo, depois de um período de imobilização por uma lesão, os músculos perdem determinadas qualidades que a eletroestimulação ajuda a recuperar. Por este motivo, os fisioterapeutas utilizam a eletroestimulação para reforçar determinados músculos.
Hemiplégicos para os quais a eletroestimulação é utilizada para melhorar a sua capacidade de levantar a parte anterior da planta do pé e aumentar o controlo dos seus músculos.
Para tratar diferentes formas de incontinência e para a evitar depois do parto.
Para aliviar dores crónicas ou agudas, nomeadamente cervicalgias, lombalgias ou dor lombociática.
Para melhorar a sintomatologia de pessoas que sofrem de problemas circulatórios. Esta função abarca desde a sensação de pernas pesadas à insuficiência arterial, que frequentemente reduz a autonomia destas pessoas devido à dor.
Para alivar a dor. A dor é um sinal que pode ser causado por muitos fatores. Aliviar a dor é uma prioridade para a qual a eletroestimulação é dial. Problemas de costas, dores nas articulações e neuralgias são frequentemente tratadas pela eletroestimulação, que pode ser realizada em casa ou sob a supervisão de um profissional da saúde.
A eletroestimulação possui enormes vantagens, nomeadamente:
- Fazer os músculos trabalhar sem esforçar demasiado as articulações, como acontece com os pesos utilizados no equipamento de musculação tradicional.
- Dirigir o exercício para um grupo muscular concreto. Esta capacidade é especialmente útil para os fisioterapeutas, que podem assim manter as qualidades dos músculos que são impossíveis de utilizar quando uma pessoa está imobilizada. Também é especialmente útil para atletas que desejem exercitar os músculos mais especificamente implicados na sua disciplina.
- Combinar a estimulação muscular com o alívio da dor para permitir a alguns pacientes uma recuperação mais rápida.
- Aliviar a dor, evitando ou limitando a utilização de fármacos que podem causar efeitos secundários indesejados.

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